Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros

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Ahh, como esperei tanto para que esse filme realmente saísse do papel! Como vocês já devem ter percebido, sou fã da franquia de Jurassic Park, e desde pequeno, sempre fui muito fascinado com dinossauros. Tudo o que eu pedia de presente se resumia em uma única coisa: dinossauros. Hoje, em virtude disso, tenho uma estante repleta das minhas mais preciosas miniaturas desses animais extintos há 65 milhões de anos. 
Resenhado aqui no blog, na coluna Backstage, Jurassic Park, nunca saiu da cabeça de qualquer pessoa que gosta de apreciar um bom filme de ficção científica. Certamente, o longa foi um dos filmes que marcaram a década de 90, principalmente pela sua inovação e riqueza em detalhes jamais vistos antes no mundo cinematográfico. O grande nome por trás de todo esse sucesso é nada mais, nada menos do que o renomado diretor de cinema Steven Spielberg, que nos anos 80 já havia dirigido E.T.- O Extraterrestre, campeão de bilheteria. 
Primeiro poster lançado pela Universal
Pictures para a divulgação de Jurassic World
Mesmo após o lançamento dos dois filmes que sucederam Jurassic Park, eu já estava ansioso para poder voltar novamente à Ilha Nublar através de mais uma empolgante aventura. Muitos rumores sobre o possível Jurassic Park 4 (chamado popularmente na época), circularam por sites sites de entretenimento ao redor do mundo, despertando no público uma esperança de ver os dinossauros nas telonas, mais de uma década após o lançamento do terceiro filme da franquia. O que não faltou foram perguntas destinadas ao diretor Steven Spielberg em muitas coletivas de imprensa à respeito da continuação, mas, envolvido com outros projetos na época, Steven dizia que ainda era cedo para falar sobre Jurassic Park 4, o que de certa forma deixou muitos fãs frustrados. 
Já em 2013, com o relançamento de Jurassic Park nos cinemas, na versão 3D, surgiram várias informações sobre a continuação da franquia, que finalmente iria acontecer. Nem todos os cargos necessários para o desenvolvimento do filme estavam prontos, mas, Spielberg declarou que não assumiria o posto de diretor e sim de produtor. Sendo assim, Steven convidou Colin Trevorrow para dirigir o filme que prometia levar algo nunca visto pelo público, e que possivelmente criaria uma nova trilogia para Jurassic Park. Em 2014, a Universal Pictures anunciava para o mundo a volta dos animais em Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros.
Lançado o primeiro trailer em 2014, já era de se esperar que a saudade por essas grandes criaturas não tinha se perdido no tempo, principalmente porque o trailer oficial alcançou a marca de 30 milhões de visualizações em apenas 3 dias! Sim, eu estive bem atento à  esses números. A única contagem que não consegui guardar foi a de quantas vezes eu assisti ao trailer. 
Junho de 2015 prometia ser um dos meses mais aguardados pelos fãs da franquia, assim como eu. E é claro que não poderia perder a magnífica estreia de Jurassic World nos cinemas no dia 11/06, a mesma data de estreia de Jurassic Park, 22 anos atrás. Desde os lançamentos dos trailers e dos spots liberados na TV americana, fiquei fazendo as minhas hipóteses de como o filme seria e qual enredo poderia ser mais abordado. Como todos sabem, o parque agora é um sucesso e recebe visitantes de todos os cantos do mundo, atraindo pessoas para a ilha mais fantástica que pode existir. A inovação da vez é a presença de um dinossauro híbrido, resultante da mistura de genes de outras espécimes presentes no parque. Seu nome: Indominus Rex.
Em Jurassic World, temos a presença de Bryce Dallas Howard, interpretando Claire, a diretora do parque e a responsável por manter a ordem administrativa do local; Chris Pratt no papel de Owen Grady, ex-militar, criador e domesticador de Velocyraptors; Nick Robinson e Ty Simpkins, interpretando Zach e Gray, respectivamente, os sobrinhos da diretora. Ainda contamos com Irrfan Khan, vivendo o papel de Simon Masrani, o dono do parque e um dos homens mais ricos do mundo.
Imagem e edição: O visual de Jurassic World é de tirar o chapéu. Pela primeira vez, o parque está funcionando, recebendo 20 mil visitantes diariamente, e você, é aquele que está no cinema apreciando todo aquele espetáculo, e se dá conta de que nada ali é real. As imagens que mostram as novas estruturas do Centro de Visitantes são magníficas, principalmente os hologramas dos dinos do parque temático. A alimentação da Mosasaurus, o passeio na girosfera, o ataque da Indominus Rex e dos Pteranodons e Dimorphodons estão entre as minhas cenas favoritas do longa. Mesmo com aquelas imagens brilhando em nossos olhos, é possível perceber alguns erros básicos de filmagens, um deles é o momento no qual a Mosasaurus captura a Pteranodon, e ao mergulhar no tanque, espalha água para todos os lados, sendo que algumas gotículas foram parar nas câmeras da equipe. Se foi proposital ou não, ainda fico na dúvida. Toda a estrutura de Jurassic World está incrível, desde os grandes telões na sala de controle, até o laboratório de criação, onde ficam os ovos dos dinossauros. Toda a tecnologia misturada com as densas matas da ilha, trouxeram para o filme o aspecto selvagem e tecnológico ao mesmo tempo.

Personagens: Dentre todas as crianças e jovens que fizeram parte da franquia, Zach e Gray se tornaram os meus preferidos, principalmente porque eles não são aqueles tipos de atores mirins que causam raiva em você em consequência do modo que eles agem ou pensam, mas, mesmo assim, faria mudanças em algumas falas e pequenos dramas que circundam os dois. Não tenho nem palavras direito para descrever Owen e Claire, porque toda interação entre os dois no filme foi muito digna, apresentando suspense e comédia ao mesmo tempo. Muito se discutiu a respeito de uma visão sexista em Jurassic World, mas, as respostas para essa "acusação" falam sobre a importância de Claire para o parque e toda a sua gestão (sim, também ela é um dos elementos principais para o futuro desfecho da história), mas, após sair do cinema, percebi que o filme apresentou sim em algumas cenas essa visão sexista, não muito explícita, mas é possível perceber. A volta do Dr. Henry Wu ao quarto filme da franquia foi extremamente importante, sendo o responsável pela criação da Indominus Rex, que por sinal apresenta um código genético bastante misterioso que só é descoberto ao longo da história. Simon Masrani, o novo dono, apresenta uma tremenda personalidade, mas no fim, perdeu todo o seu trabalho pela ganância e o desejo de enriquecer com novas atrações, o que não deu muito certo. Um dos personagens secundários que me despertou bastante atenção, é operador do parque, Lowery, que demonstra ser um fã fiel de dinossauros e do Jurassic Park, tanto é que ele passou o filme inteiro vestido com a camisa do parque original, e sua mesa de operação é repleta de miniaturas dos dinos. Nunca havia me identificado tanto com um personagem assim antes. Lowery trabalha ali porque gosta, porque quer estar naquele ambiente.

Equipe responsável pela realização de Jurassic World
Direção e Produção: Confesso que fiquei um pouco apreensivo sobre a questão da direção do filme não ser tomada por Spielberg, mas, Colin Trevorrow, que assim como muitos, é fã de Jurassic Park, fez jus ao cargo e soube levar para as telonas o melhor que a nova franquia poderia mostrar. Assim como disse Steven, ver Jurassic World é quase como ver Jurassic Park virar realidade, porque o filme vai além de onde os anteriores não se atreveram a ir. É sempre muito bom ver Spielberg envolvido nas sequências da primeira aventura ao parque, porque ele nos faz retornar à 1993, e lembrar de cada detalhe que deu início à isso tudo. Em Jurassic World temos muitas menções ao primeiro parque e suas instalações na Ilha Nublar, e essa retomada de acontecimentos foi incrível para a nova história do filme.

Dinossauros: O que seria de Jurassic World sem os temíveis dinossauros? Para a produção do longa, os responsáveis pela parte de divulgação do filme criaram um site oficial para o parque. Nele o público poderia encontrar mais informações sobre a localização da ilha, venda de ingressos para visitação, pacotes de viagem, passeios, mapa do parque, atrações e é claro, os dinossauros. Sem dúvida achei a ideia genial, uma das melhores estratégias de divulgação e marketing, despertando em qualquer pessoa que acessasse o site, a sensação de que o parque realmente existe e só falta fazer uma visitinha por lá. As listagens dos dinossauros no site mostram cada espécie, com direito a nome científico, nível de agressividade, altura, peso, dieta, região em que viveu milhões de anos atrás e em qual atração do parque você pode encontrá-lo. Mais uma vez, Jurassic World inovando e nos surpreendendo. Podemos dizer que a trama gira em torno do principal antagonista do filme, Indominus Rex, uma criatura que espalha o caos pela ilha quando consegue escapar de sua "jaula". Indominus definitivamente é a dinossaura mais assustadora de toda a franquia, com seus braços desenvolvidos, uma poderosa mandíbula e outras especialidades que somente a sua carga genética pode permitir tal avanço. Mesmo com a listagem dos 26 dinos no site oficial, em Jurassic World, contamos com a presença de 13 destes, e entre eles temos a estrela do primeiro filme de 1993, Rexy. Sim, ela tem nome! A mesma Tyranossauro Rex que destruiu o carro de Alex e Tim, que caçou os Gallimimus e tomou conta do Centro de Visitantes no final do clássico Jurassic Park. Sinto dizer, mas nem todos os dinossauros do filme apareceram da forma como eu esperava. Em algumas cenas, a aparição de certas espécimes acabou sendo curta, e o que eu mais queria era ficar admirando todas elas por um bom tempo, isso sem contar que o CGI de alguns dinossauros estavam um pouco inferiores a dos filmes lançados anteriormente. Senti falta de Velocyraptors de tamanha perfeição estética como a apresentada em Jurassic Park 3. Embora esse tenha sido um dos pontos negativos, outros dinos demonstraram incríveis efeitos visuais, como a Mosasaurus, Apatosaurus, Ankylosaurus, as Pteranodons e Dimorphodons, e até mesmo a própria Indominus Rex. Com o melhor CGI ou não, tenho certeza que cada pessoa na sala de cinema se impressionou ao ver cada um daqueles animais de volta à vida mais uma vez. Essa, é a mágica de Jurassic Park.
Trilha Sonora: Dessa vez, não tivemos a presença do ilustre John Williams (22 Grammys, 5 Oscars e 4 Globos de Ouro) na trilha sonora de Jurassic World, mas sim de, Michael Giacchino, dono de 3 Grammy Awards, um Oscar e um Globo de Ouro, conquistados pelo seus últimos trabalhos na produção de trilhas sonoras. O álbum conta com o clássico tema do primeiro filme, composta por John, e agora, mais uma vez, ela marca presença nas cenas do longa. Sempre amei trilhas sonoras, e estou bem aqui, fazendo essa resenha, ao som dessa nova obra de Michael, que aliás, é muito boa para se apreciar durante viagens. O que eu não me agradou muito foi a composição da trilha sonora em algumas partes do filme. Certas notas e acordes não caíram muito bem em duas ou três cenas, dando o parecer de que a trilha estava "solta" ou até mesmo perdida entre os vários acontecimentos de Jurassic World, mas, nada que possa ter comprometido a beleza e a fluidez da história.

Estatueta de John Hammond no Centro de Visitantes
Expectativas e realidade: Bem, como fã de toda a franquia, há anos, analiso filme por filme. Logo que foram divulgados os dois trailers oficiais de Jurassic World e os spots, fui logo fazendo as minhas hipóteses, o que gerava em mim uma tamanha ansiedade pela estreia, porém, quando ela ocorreu dois dias atrás, a parte que eu mais queria ver no filme, não aconteceu, simplesmente nada. Eu imaginava que o Jurassic World iria começar com cenas das equipes responsáveis pela construção do novo parque chegando à Ilha Nublar, preparadas para a contenção dos dinossauros que ali habitaram por anos, e como fizeram um perímetro de segurança para iniciar as obras das novas instalações, ou até mesmo retirar destroços que restaram do antigo parque. Toda essa expectativa veio do primeiro poster divulgado pela Universal Pictures logo ali em cima, mostrando exatamente a limpeza das áreas da ilha, e infelizmente, nada disso apareceu. Outras cenas que eu  criava em minha mente, era uma espécie de homenagem ao John Hammond, principalmente porque o ator Richard Attenborough que interpretou o fundador do Jurassic Park em 1993 e 1997, faleceu em agosto do ano passado. No filme, mesmo com a presença da estatueta de John Hammond no Centro de Visitantes, ele foi simplesmente mencionado ao longo de Jurassic World. A falta de explicação de como o poder da ilha fora parar nas mãos de Simon Masrani e logo depois o retorno da Ingen, pode ter confundido as pessoas que viram os filmes anteriores. Sendo sincero, até mesmo eu fiquei confuso.

Assim como Jurassic World apresentou alguns erros técnicos, todos os outros filmes da franquia também não escaparam desse quesito, basta prestar bem atenção em algumas cenas, mas mesmo depois de tantos anos depois de lançados, todos nós ainda nos surpreendemos com a história criada por Michael Chricton em 1990 e a sua adaptação para o cinema. Daqui há anos, ainda amaremos Jurassic World como qualquer outra obra prima que se passe em qualquer uma daquelas ilhas. 
Considerado um dos 100 melhores filmes já feitos, Jurassic Park se tornou um sucesso novamente em 2013, com o relançamento em 3D, alcançando a incrível marca de 1 bilhão em bilheteria. Estima-se que Jurassic World feche a semana de estreia com aproximadamente 204 milhões em bilheteria somente nos EUA, e chegue perto da casa dos 900 milhões em pouco tempo. Esse é um sinal de que toda a divulgação e os gastos necessários para que o filme fosse concretizado, teriam a devida resposta vinda do público que aguardou anos para que esse momento finalmente chegasse. 
Lançado há poucos dias, já há a discussão sobre a futura continuação do longa, aliás, ele deu o pontapé para o início de outra trilogia de dinossauros. Será que iremos ver a outra metade dos dinos disponibilizados no site oficial nessa continuação? Espero que sim. Jurassic World representa a inovação, a tecnologia, o desenvolvimento, o marketing. Jurassic World é a volta dos nossos pesadelos mais selvagens, presentes nas mais longas noites. 

Avaliação: 4/5

Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse - A volta de Mariah Carey

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Quem nunca ouviu falar da Mariah Carey? Uma das maiores revelações do cenário musical na década de 90, seguiu uma carreira de luxo e sucesso com seus inúmeros prêmios acumulados com o passar dos anos, entre eles, 5 grammys, incluindo Artista Revelação, 18 números #1 na tabela da Billboard Hot 100, incríveis 200 milhões de discos vendidos ao redor do mundo, além da sua potência vocal de 5 oitavas caracterizada pelos irresistíveis whistles acompanhados de suas belas canções.


Mariah se tornou um ícone mundial, e uma grande referência para o mundo da música, em que muitos artistas já admitiram ser influenciados pelas suas baladas românticas. Mesmo depois de muitas idas e vindas, altos e baixos, Mariah Carey tinha planos de lançar seu 14º álbum de estúdio no verão de 2012, e até chegou a lançar seu first single Thriumphant (Get 'Em) em parceria com os rappers Rick Ross e Meek Mill, mas a canção teve um péssimo desempenho e não conseguiu ao menos entrar no Hot 100, mas pelo incrível que pareça, alcançou o 1º lugar na parada Hot Dance Club Songs da Billboard, nada muito relevante, mas estava valendo. Após o fraco desempenho, Mariah não se satisfez com o ocorrido e resolveu voltar ao estúdio para dar os seus famosos retoques no tão aguardado álbum, e acabou adiando-o por um bom tempo. 
Durante todo esse período, Mariah participou como jurada do reality show American Idol e aproveitou o momento para lançar outro single, #Beautiful, em parceria com o cantor de R&B, Miguel. O programa realmente deu base para que a música decolasse para o top 5 do iTunes americano, e conseguisse um número de vendas satisfatório, resultando no certificado de platina e um peak #15 da canção no Hot 100, uma ótima posição comparada à tentativa anterior. Mas, infelizmente, Mariah adiou mais o álbum, supostamente nomeado The Art Of Letting Go,  que tinha previsão de lançamento para o meio do ano passado. Acho que nunca fiquei tão aborrecido com tantos adiamentos, mas não havia outra maneira a não ser, esperar.
Finalmente esse ano podemos ter em nossas próprias mãos esse incrível álbum chamado Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse. Um título não muito comum de ser ver, mas característico da cantora, que sempre consegue nos surpreender de alguma forma. Eu, particularmente não agradei com a escolha, soa quase como um álbum auto-intitulado. Ainda me questiono por que não deixaram The Art of Letting Go como título oficial, mas, agora, todo o trabalho está feito.
O que posso dizer das capas? Bem... elas repercutiram muito, principalmente entre os sites de música e fofocas. Por quê? Simplesmente pelo fato do possível excesso de photoshop que elas tinham. Mas, sinceramente, não acho que Mariah tenha feito a sessão de fotos este ano, quando o seu peso está um pouco acima do comum para a cantora. Acredito que todo o trabalho com as capas tenha sido feito durante o final do ano passado, junto com a arte de The Art of Letting Go, mas, qual a importância deste quesito? Nenhuma. A indústria midiática sempre dá ênfase em aspectos irrelevantes e ainda sim conseguem lucrar por trás disso, criando, assim, um padrão de beleza.
Agora, o que este esperado álbum trouxe para todos? Mariah como sempre, não deixou de nos surpreender, e conseguiu fazer um dos melhores álbuns de sua carreira, trazendo baladas eletrônicas de R&B acompanhados de belas notas de piano, o que eu, particularmente adoro. O que mais gostei dessa fase da Mariah, foi não deixar ser levada pelo estilo musical do momento, como podemos dizer, o que é modinha.
Dentre todas as faixas da tracklist, o que me deixou um pouco desapontado, foi o fato de Mariah ter regravado as canções It's a Wrap e Betcha Gon' Know, todas as duas do álbum Memoirs of an Imperfect Angel, lançado em 2009 pela própria cantora, porém as regravações contaram com a presença de Mary J. Blige e R. Kelly. Houveram algumas alterações durante a canção, claro, mas achei desnecessário a entrada delas no álbum, mesmo na versão deluxe. Se levarmos em consideração o tempo o disco demorou para sair, podemos dizer que, era melhor ter novas músicas ao invés dessas regravações.
The Elusive Chanteuse conta com as faixas #Beautiful, You're Mine (Eternal) e The Art of Letting Go, lançados anteriormente, além disso, traz o seu mais novo single You Don't Know What to Do com participação do rapper Wale. Posso dizer que esta é a minha faixa favorita de todo o álbum e tenho certeza que se for bem trabalhada durante o período de divulgação, pode trazer bons resultados para a cantora. Ainda há outras promessas de futuros hits, como por exemplo Supernatural, que conta com a incrível participação de Moroccan e Monroe, os filhos da diva. A faixa é simplesmente harmoniosa com os vocais dos pequenos, eles mostraram que são muito mais afinados do que alguns artistas por aí.
Podemos dizer que Me. I Am Mariah ... The Elusive Chanteuse foi um álbum que agradou a grande maioria dos fãs que e principalmente a indústria fonográfica, recebendo nota 68 no Metacritic, umas das maiores de sua carreira. Pelo lado conceitual temos bons resultados, mas por outro... As vendas de The Elusive Chanteuse não foram nada satisfatórias. O álbum vendeu apenas 58 mil cópias em sua semana de estreia, o pior desempenho de Mariah. O disco vendeu menos que Glitter (110.000 cópias) em 2001, trilha sonora para o filme estrelado por Mariah Carey, Glitter: O Brilho de uma estrela. Mesmo com suas 58 mil cópias, o álbum conseguiu debutar em #3 na Billboard 200, ficando atrás de Coldplay e do cantor country Brantley Gilbert. Agora, o que pode ter causado este abalo? Bem, acredito que as estratégias de marketing apesar de terem começado a serem intensa, não deu muito certo no final. Ainda não consigo entender como o Jermaine Dupri é o produtor de Mariah. Ele trabalhou duro durante a volta de Mimi em 2005, mas atualmente ele já não tem tanta credibilidade como antes, o que pode ter prejudicado em alguns aspectos, junto também, com o descaso da própria Mariah, que não divulgou seu material o suficiente em programas de televisão, isso sem contar a falta de responsabilidade ao causar um atraso de 4 horas na premiação World Music Awards, pelo fato de não ter chegado no horário programado. Dar uma atrasada básica é até interessante, mas... 4 horas?
Enfim. Estou bastante satisfeito com todo o trabalho realizado neste aclamado álbum, mas espero que seu conteúdo não seja esquecido ou deixado de lado pela gravadora. Quero ver mais singles vindos dele, mesmo que não tenha o desempenho esperado por muitos. Mariah é uma artista fantástica! Seu legado jamais será esquecido e acho que ela já deve estar cansada de toda essa agitação de divulgar material e se preocupar com as tabelas. É claro que ela precisa ter a atenção devida em relação ao álbum, mas, pra quem já tem mais de vinte anos de experiência, milhões de discos vendidos e 79 semanas em número #1 no Hot 100, creio que não há outro objetivo a ser alcançado. Mas não custaria nada passar mais um tempo no topo. (rsrsrs)
Espero que tenham gostado da minha resenha. Faz muito tempo que não escrevo por aqui, mas acho que não estou tão enferrujado. O que falta fazer agora é comprar o meu disco de Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse, é claro!

Fiquem com a performance de You Don't Know What to Do no Today Show

Laços de Sangue - Richelle Mead

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Título: Laços de Sangue
Autora: Richelle Mead
Editora: Seguinte
Número de páginas: 432
Avaliação: 5/5
Sinopse: Sydney estava encrencada. Em sua última missão, ela tinha ajudado a dampira Rose Hathaway a escapar da prisão, e essa aliança foi considerada uma traição grave, já que vampiros e dampiros são criaturas terríveis e antinaturais, ameaças àqueles que os alquimistas devem proteger - os humanos. Com sua lealdade colocada em questão, Sydney se sente obrigada a voluntariar-se para uma tarefa nada agradável - ajudar a esconder Jill Dragomir, uma princesa vampira que está sendo perseguida por rebeldes que querem o poder. Caso ela seja capturada e assassinada, a rainha Lissa ficará sem nenhum parente vivo e, como manda a lei, terá de abdicar do trono - o que culminará numa guerra civil tão sangrenta no mundo dos vampiros que certamente afetará a humanidade.
Assim, pelo bem dos humanos, Sydney aceita se disfarçar de estudante e passa a conviver diariamente com Jill e seu guardião Eddie, quando os três são matriculados como irmãos no último lugar em que qualquer um procuraria a realeza dos vampiros - a Escola Preparatória Amberwood, em Palm Springs, na Califórnia. Mas entre uma pizza e outra, entre um jogo de minigolfe e uma conversa sobre garotos, ela começa a ter a sensação de que talvez esses seres estranhos não sejam tão maus assim, principalmente Adrian, um vampiro muito próximo de Jill que desperta os sentimentos mais contraditórios - e proibidos - em Sydney...
O problema é que além de refletir sobre suas convicções e se preocupar com o seu coração, que anda acelerando mais do que deveria, a garota terá de encarar outros inconvenientes um pouco mais graves, como as tatuagens que viraram febre entre os alunos da escola e que parecem conferir poderes sobrenaturais a quem as usa. De que ingredientes elas eram feitas? Quem estaria por trás disso? Será que havia algum alquimista traidor entre eles? Caberá a Sidney resolver todos esses mistérios e garantir a paz entre os humanos antes que seja tarde demais.

Resenha: Bem, sei que faz muito tempo que não escrevo ou dou a devida atenção ao blog, mas é o principal motivo é que realmente não estou tendo muito tempo para me dedicar inteiramente à essas atividades, mas desta vez vim aqui com o intuito de divulgar uma resenha para uma "promoção" que a Editora Seguinte liberou. Tive a honra de participar desse concurso que possui como objetivo homenagear a autora Richelle Mead, e por isso recebi o livro Laços de Sangue da editora no mês passado para que fosse resenhado. Então, mãos à obra!
Laços de Sangue conta a história de Sydney Sage que acaba de ser acusada de traição por ter ajudado uma dampira (isso mesmo que você leu, dampira) e com isso acaba sendo prejudicada pessoalmente. No livro, os alquimistas são pessoas que defendem e protegem os seres humanos das ameaças de vampiros, e assim, Sydney coloca a sua vida em risco para lidar com vampiros e dampiros, que representam um grande perigo para a sociedade, mas parece que nem todos estão acreditando na real capacidade de Sydney.
Mesmo estando afastada de seu "cargo", Sage tem que tomar uma importante decisão em sua vida, porque precisa proteger a princesa Jill Dragomir, tudo isso para impedir que uma guerra pelo poder entre os vampiros se inicie. E em como todo livro, guerra é um acontecimento marcante em cada enredo, nesse caso deixaria muitos rastros de destruição pelo mundo afora. Sydney então vai para um orfanato bem suspeito, se passando por uma irmã de vampiros, mas mesmo com todo esse disfarce, Sage estará exposta a muitos desafios.
Faz muito tempo que não leio um livro com vampiros, porque realmente eu nunca fui fã deste tipo de personagens, mas confesso que Laços de Sangue me impressionou, simplesmente pelo fato de que gostei bastante das cenas de ação e dos protagonistas. Acho que está vindo outra série para a minha lista de favoritos. Nunca pensei que iria agradar de um livro de vampiros, ainda mais que tenho uma séria antipatia pela saga Crepúsculo, e o único livro com o mesmo tema que li este ano foi O Legado da Caça-Vampiro, e não me apeguei muito à história. Estou muito ansioso para ler a continuação da série Bloodlines, disso não tenho dúvida.

Desafio de Leitura 2013 - Simplesmente Ana

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Oi pessoal!
Como vocês sabem, estou meio desapegado ao blog por motivos escolares, por isso não consegui me dedicar inteiramente às postagens, mas hoje vim aqui mostrar um pouco sobre o meu Desafio de Leitura que ocorre todo o trimestre em minha escola. Para aqueles que não sabem, Desafio de Leitura é um projeto desenvolvido para que os alunos apresentem os livros que leram durante certo período e assim, aquele que tiver a melhor apresentação ganhe como prêmio um livro de presente.
Desta vez preparei uma coisinha especial para a este desafio e resolvi fazer um vídeo para o livro Simplesmente Ana. Mesmo sendo um vídeo que foi difícil para ser produzido, estou feliz, porque ele garantiu a minha quinta vitória! Fiquem agora com um pedaço do meu Desafio de Leitura 2013.

Backstage #2 - E.T.: O Extraterrestre - Steven Spielberg

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Backstage está de volta! Depois da ótima repercussão da primeira edição da coluna, que trouxe como atração a 'trilogia' Jurassic Park, resolvi trazer mais um sucesso de um dos diretores mais consagrados de todos os tempos, Steven Spielberg. E.T. - O Extraterrestre conta a história de um marciano que se perde no planeta Terra e acaba fazendo amizade com um garoto chamado Elliot, (personagem interpretado por Henry Thomas). O jovem de apenas dez anos de idade esconde o alienígena em sua própria casa, e, contando com a ajuda de seus irmãos, eles vivenciam experiências inéditas ao lado de E.T., impedindo que esse seu mais novo amigo seja capturado pelas autoridades americanas e fazem o possível para que E.T. volte ao seu planeta de origem.


Lançado em 1982, E.T. transformou-se em um estrondoso sucesso, sendo o primeiro filme a apresentar um faturamento acima de 700 milhões de dólares, recebendo várias críticas positivas e indicações a inúmeras premiações como Oscar, onde foi indicado a nove categorias e ganhou quatro delas, como: Melhor Trilha Sonora, Melhores Efeitos Especiais, Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Som. No Globo de Ouro, o filme teve presença marcada e levou consigo o prêmio de Melhor Filme - Drama e Melhor Trilha Sonora. Pensam que parou por aí? Além de todos esses prêmios, ainda recebeu um Grammy. Isso mesmo, na categoria Melhor Trilha Sonora Composta para um Filme. Como todos já sabem, este é um dos melhores filmes já produzido tanto para o mundo do cinema quanto para a carreira de Steven Spielberg. No ano passado foi comemorado o aniversário de 30 anos do lançamento de E.T., e para festejar esta data tão significativa, o filme ganhou uma versão em Blu-Ray.
E.T.

O mais curioso da produção do filme foi a montagem do misterioso extraterrestre. O seu rosto foi modelado com base nas faces do poeta Carl Sandburg, do cientista Albert Einstein e de um cachorro pug. Ainda estou tentando enxergar esta semelhança. 

Elliot (esquerda), Gertie (centro) e Michael (direita)
Vocês já devem ter percebido que Spielberg é um dos meus diretores favoritos. Não me canso de ver os filmes que são de sua autoria. A cada ano que passa ele vem nos impressionando com suas ideias mirabolantes e originais. E.T. - O Extraterrestre é realmente uma obra prima. Sempre que penso neste filme lembro da cena das quando as bicicletas sobrevoam os céus da cidade em contraste com a Lua. O longa se transformou em um clássico do cinema e revelou grandes atores e atrizes que fazem parte do cenário atual, como Drew Barrymore, que interpretou Gertie, a irmã mais nova de Elliot. Posso dizer que todos os atores, principalmente as crianças, se entregaram ao personagens, criando situações engraçadas e até mesmo dramáticas que chegam a 'arrancar' lágrimas. Sério, quase chorei. 
Steven Spielberg criou uma ficção que conquistou fãs das mais diversas idades, principalmente por apresentar um personagem que além de ser um alienígena, tem uma personalidade totalmente diferente da que fora criada pelo homem com o passar dos anos, caracterizando o extraterrestre como um ser altamente perigoso. E.T., pelo contrário, é carinhoso, divertido e possui uma forte conexão com Elliot, o que proporcionou cenas que marcaram o filme. Um filme que até hoje atravessa gerações.

Reveja o trailer do filme


A Elite - Kiera Cass

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Título: A Elite
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Número de páginas: 360
Avaliação:  ♥♥♥♥
Sinopse: A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.

Resenha: Bem, continuamos com as resenhas literárias. Durante este período de férias estive conhecendo diversos livros dos mais diferentes gêneros. O romance, apesar de não ser o meu favorito, está presente nesta lista, desta vez com o livro A Elite da trilogia Seleção da autora americana Kiera Cass.
Depois da realização da Seleção que reuniria 35 garotas do país de Illéa para competirem entre si e decidir quem se casaria com o aclamado príncipe Maxon e assim tomar posse da coroa, ocorreu a eliminação de diversas concorrentes, restando somente seis garotas que agora fariam de tudo para não perder esta incrível chance. America, a jovem garota de 17 anos que vira da casta 5 e de uma família simples e trabalhadora, ainda estava na disputa mais disposta do que nunca.
Seis garotas e uma coroa. Cada dia no castelo era um teste para as concorrentes que apesar das mais persistentes intrigas ocorridas durante o torneio, tinham em mente como principal objetivo, conquistar o príncipe Maxon através das suas personalidades. America está preocupada e não consegue controlar os seus sentimentos. Aspen, o amor de sua vida do lado de fora da competição, estava trabalhando dentro do castelo, e a sua paixão repentina por Maxon não tem limites. Como ela irá decifrar este enigma amoroso?
Me decepcionei um pouco com este livro, pois além de continuar o mesmo drama do triângulo amoroso a história não evoluiu da maneira que eu esperava. As cenas não foram muito bem estruturadas e algumas repetitivas, fazendo da leitura um pouco monótona. Sinceramente, estou pegando antipatia da America, pois em A Seleção tudo era novo e fantástico, e a protagonista era a minha favorita, mas em A Elite tudo mudou. America ficou chata e suas atitudes faziam com que eu me desapegasse dela, e a partir daí a minha personagem favorita mudou completamente.
Consegui ler A Elite em um dia, porque a leitura não é demorada apesar do livro ter mais de trezentas páginas. Espero que Kiera me surpreenda com o último livro da trilogia. Acredito que a decisão para todos esse enredo criado vai ser espetacular. Ainda estou ansioso por The One. A Elite é um livro que todos os fãs do gênero romance romântico irão agradar.

Aniversário de 1 ano do blog Recapitulando

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Um ano! Nossa, o tempo passou muito rápido. Mas lembro direitinho do meu primeiro post. Uma foto do álbum da Taylor Swift. Foi um teste, tudo bem, mas está valendo. Para não soar muito clichê como em todas essas comemorações, quero falar mais sobre o que mudou de uns tempos para cá e explicar o real objetivo do blog. 
Primeiramente, quero agradecer a todos que me apoiaram nessa minha nova "carreira" que adotei. Foi muito difícil estar aqui depois de todo esse tempo, pois administrar um blog não é nada fácil, ainda mais quando você é vítima de plágios constantes. Isso mesmo! Plágio! Ainda não sei o motivo, mas o que me enfureceu foi o fato de que o plagiador era sempre o mesmo, e isso fez que eu entrasse em colapso e grandes discussões com esse certo indivíduo nas redes sociais e até aqui mesmo no blog. Foi realmente um horror. O importante é que justiça foi feita, e o plagiador, que só de pensar no nome já fico furioso, sumiu.
No início eu era mesmo um inexperiente, como qualquer um. Comecei com postagens pequenas e simples até chegar nas mais extensas e sofisticadas. O blog foi o que mais me aproximou da leitura, porque antes eu lia por obrigação, agora é por prazer. A partir deste hábito, aprimorei mais a minha escrita e ampliei o meu vocabulário. É  incrível quando você olha para trás e percebe o quanto evoluiu. 
E como falar do blog sem mencionar as pessoas que me ajudaram a dar vida a ele? Vinícius Dias Costa do blog Livros & Rabiscos, meu amigo, colega de sala e minha maior influência na hora de comprar um livro ou ouvir uma música, realmente não dá pra esquecer de você! E claro, Og Martins, um amigo e companheiro, autor deste belo layout e a pessoa que nomeou o blog "Recapitulando". Obrigado por todo o trabalho e dedicação que tiveram. Tudo isso foi incrível! 
O que antes era Play Music, Livros, Música e Filmes, Palavras ao Vento, Tales of Leo, passa a ser agora Recapitulando. Foram diferentes fases do blog, mas que não irão ser perder na memória. Cada minuto, cada segundo gasto aqui valeu a pena, e espero continuar por um longo tempo...

Para comemorar este aniversário, lanço a minha primeira promoção, sorteando o livro "A Maldição do Tigre", que já foi até resenhado para o blog. Boa sorte!

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